1 de novembro de 2012

Disney compra a LucasFilm por US$ 4 bilhões


A Walt Disney Company anunciou a compra da LucasFilm, empresa do cineasta George Lucas, por US$ 4 bilhões. A aquisição engloba o famoso estúdio de efeitos especiais Industrial Light & Magic, o estúdio de som Skywalker Sound, que desenvolveu a tecnologia THX, a produtora de games LucasArts e, principalmente, os direitos de uma das sagas cinematográficas mais lucrativas de todos os tempos: “Star Wars” – com todo o merchandising que a marca é capaz de produzir.

O comunicado da aquisição foi feito nesta terça-feira (30/10) pela própria Disney. O negócio foi facilitado pela decisão de George Lucas de se afastar do comando da companhia, para retomar sua carreira de diretor de cinema, realizando filmes de baixo orçamento. “Pelos últimos 35 anos, um dos meus grandes prazeres tem sido ver ‘Star Wars’ passar de uma geração para a seguinte”, declarou George Lucas no release oficial da Disney. “Agora chegou a hora de passar ‘Star Wars’ para uma nova geração de cineastas.”

A produtora Kathleen Kennedy, vice-presidente da LucasFilm e parceira de negócios de Lucas há mais de 30 anos, foi promovida para o comando da empresa, que vai permanecer com autonomia, assim como os estúdios Marvel. Lucas também vai continuar na sociedade, servindo como consultor criativo.

O valor de US$ 4 bilhões foi o mesmo pago pela Disney em 2009 para adquirir a Marvel, negócio considerado supervalorizado na ocasião, mas que se provou lucrativo com o sucesso de “Os Vingadores” nos cinemas – o filme rendeu mais de US$ 1,5 bilhão de bilheteria. Somando seus personagens clássicos, como Mickey e Pato Donald, além das princesas de seus desenhos animados, aos super-heróis da Marvel e, agora, aos heróis espaciais de “Star Wars”, a Disney se estabelece como a maior potência da indústria criativa americana, passando a liderar os negócios envolvendo direitos autoriais.

A Disney não perdeu tempo e já confirmou “Star Wars: Episódio VII” para 2015. Trata-se do início de uma nova trilogia, que contará justamente a história que os fãs querem ver desde 1983: o que acontece depois de “O Retorno de Jedi”. A ideia é que um novo filme da saga chegue aos cinemas a cada dois anos. Mas ainda não há nenhum cinesta, roteirista ou ator atrelado ao anúncio oficial.

A nova dona do universo “Star Wars” também pretende utilizar os personagens em parques temáticos, diversos produtos de consumo e tirar dos arquivos de George Lucas uma série com atores reais, ambientada na juventude de Luke Skywalker.

Além de possuir os direitos sobre a franquia “Star Wars”, a LucasFilm também é proprietária do personagem Indiana Jones.


Rihanna lança novo conceito para edição de LUXO


“Unapologetic”, que traz o single “Diamonds”, terá uma edição ultralimitada que custará 250 dólares, mais de R$ 500. A edição especial será lançada em 11 de dezembro – um mês depois de chegar às lojas a versão normal do álbum.

Por que custa tão caro? O fã que quiser pagar tudo isso pelo CD ganhará também um bloco de notas exclusivo com um recadinho de Rihanna, um pôster especial, uma camiseta, sete gravuras, sete adesivos de notebook, imagens em 3D da cantora ao longo do tempo e – wait for it – um pendrive de 2GB!

Rihanna, aliás, está mesmo fazendo a rica. Rumores dão conta de que a cantora quer distribuir pulseiras de diamante para a área VIP da sua nova turnê, em 2013.


30 de outubro de 2012

Ver filmes de terror pode ajudar a emagrecer


Um novo estudo de cientistas da Universidade de Westminster, na Inglaterra, revelou que assistir filmes de terror pode queimar até 200 calorias por sessão. Acredita-se que a quantidade de adrenalina que o espectador produz durante um filme do gênero de 90 minutos seja equivalente à energia contida numa barra de chocolate.

Segundo o jornal The Sunday Telegraph, os pesquisadores monitoraram o total de energia gasta por dez pessoas enquanto elas viam uma seleção de filmes. Eles mediram a frequência cardíaca, consumo de oxigênio e liberação de dióxido de carbono dos voluntários e descobriram que a queima de calorias, em média, aumenta em 1/3 durante uma sessão de filmes de terror.

O estudo também fez um ranking com os títulos campeões no gasto de calorias. O clássico terror psicológico “O Iluminado” (1980), de Stanley Kubrick, ficou com o 1º lugar com a queima de 184 calorias, número próximo ao que é gasto numa caminhada de meia hora. Logo atrás veio “Tubarão” (1975), de Steven Spielberg, com 161 calorias, seguido de “O Exorcista” (1973) de William Friedkin, com 158 calorias.

A pesquisa confirmou que os filmes com momentos de susto, em que o espectador salta da cadeira, são os melhores para a queima de calorias, uma vez fazem a frequência cardíaca subir. “Quando o pulso aumenta e o sangue circula mais rápido pelo corpo, o organismo experimenta um surto de adrenalina”, explicou o Dr Richard Mackenzie, especialista da Universidade.

“É essa descarga de adrenalina com ação rápida, produzida durante breves estouros de estresse intenso (no caso causado pelo medo), que é conhecida por diminuir o apetite e aumentar a taxa metabólica basal e queimar um número maior de calorias.”

Confira abaixo a listas completa com os 10 filmes de terror que causam maior queima de calorias.

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10 filmes de terror com maior gasto de calorias

1. “O Iluminado” (1980) de Stanley Kubrick (184 calorias)
2. “Tubarão” (1975) de Steven Spielberg (161 calorias)
3. “O Exorcista” (1973) de William Friedkin (158 calorias)
4. “Alien, o Oitavo Passageiro” (1979) de Ridley Scott (152 calorias)
5. “Jogos Mortais” (2004) de James Wan (133 calorias)
6. “A Hora do Pesadelo” (1984) de Wes Craven (118 calorias)
7. “Atividade Paranormal” (2007) de Oren Peli (111 calorias)
8. “A Bruxa de Blair” (1999) de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez (107 calorias)
9. “O Massacre da Serra Elétrica” (2003) de Marcus Nispel (105 calorias)
10. “[Rec]” (2007) de Jaume Balagueró e Paco Plaza (101 calorias)

27 de outubro de 2012

Briga na justiça pode trazer a público milhares de páginas escritas por Franz Kafka


Milhares de manuscritos de Franz Kafka (1883-1924), autor imprescindível do século 20, poderão ser conhecidos pela primeira vez após uma recente decisão judicial israelense que segue um longo caminho de fugas, paixões, heranças, promessas, segredos e cofres ocultos.

Assim que for executada a sentença ditada no fim de semana passado pelo Tribunal de Família do Distrito de Tel Aviv, o legado do amigo íntimo de Kafka - o escritor e compositor judeu Max Brod - será em breve transferido de mãos privadas para a Biblioteca Nacional de Israel, onde estará acessível para pesquisadores do mundo todo.
Porém, a execução pode se prolongar durante anos se os até agora proprietários do tesouro literário resolverem apelar a uma corte superior, como seus advogados advertiram que farão.

O autor judeu nascido em Praga publicou poucos de seus trabalhos em vida, mas, anos antes de morrer, entregou seus textos, cartas, anotações e esboços a seu amigo Brod, não sem antes fazê-lo prometer que os queimaria após sua morte.

Felizmente, para os amantes da leitura e para dezenas de autores influenciados por Kafka, como Albert Camus e Jorge Luis Borges, Brod não cumpriu sua promessa e publicou o que rapidamente se transformaram em obras-primas da literatura, como O Processo e A Metamorfose.

Fugindo de Praga por conta do avanço dos nazistas, Brod emigrou em 1939 para a Palestina sob protetorado britânico e, antes de morrer em 1968, entregou os manuscritos de Kafka e milhares de documentos e correspondências à sua secretária e amante, Esther Hoffe.

Em seu testamento, pediu que com a morte de Esther, os papéis fossem levados a um arquivo público "em Israel ou no exterior".

Hoffe morreu faz cinco anos com 102 anos de idade, o que gerou uma batalha judicial entre as autoridades culturais israelenses e suas duas filhas, Eva Hoffe e Ruth Wiesler (falecida há poucos meses).

"Brod lhe entregou o legado só para que o tivesse em vida, suas filhas não podiam herdá-lo", explicou à Agência Efe o professor Hagai Ben Shamai, diretor acadêmico da Biblioteca Nacional de Israel, que considera que joias literárias dessa relevância "não podem permanecer em domínio privado".

Para ele, o fato de Brod trazer os documentos para Israel e de que os dois amigos eram judeus é uma clara prova de que pertencem ao público israelense e que devem ficar no país.

Há dois anos, outra sentença judicial israelense obrigou às irmãs a abrir cinco cofres de um banco em Tel Aviv e outro em Zurique (Suíça), que guardavam milhares de páginas.

Além do material que foi classificado então, os analistas desconhecem que outros documentos podem estar nas mãos das famílias Hoffe e Wiesler.

Alguns especialistas acham que pode haver mais cofres ocultos e mantêm a esperança de que exista alguma obra inédita no enorme legado de Kafka.

Eva Hoffe nunca permitiu às autoridades entrar em seu apartamento, onde vive "com 50 gatos e cinco cachorros que convivem com Kafka", disse à Efe o advogado da Biblioteca Nacional, Meir Heller.

Shamai acredita que no legado de Brod "não existe nenhum trabalho de Kafka que não tenha sido publicado antes", embora admitisse não saber com certeza "o que exatamente há nessa casa".

Uma vez recolhido, restaurado, estudado e classificado, o arquivo de Brod, explica, será "a joia" da Biblioteca Nacional.

Durante os cinco anos de luta pelos valiosos documentos, as irmãs Hoffe contaram com o apoio do Arquivo de Literatura Alemã da cidade de Marbach, que no passado comprou de Esther Hoffe vários manuscritos, entre eles o original de O Processo.

Heller garantiu à Efe que seu próximo passo será reivindicar ao arquivo alemão os documentos, cuja venda considera ilegítima.

"Os alemães acham que os escritos fazem parte da cultura alemã, por estarem em idioma alemão, mas nós consideramos que são parte da cultura judaica e que devem permanecer no Estado judeu", concluiu Shamai.

Oscar registra recorde de países participantes


A organização do Oscar anunciou ontem que 71 países, incluindo o estreante Quênia, vão participar da disputa de melhor filme estrangeiro na 85.ª edição do prêmio, em 2013. O Palhaço, dirigido pelo ator Selton Mello, é o representante do Brasil e Os Intocáveis, de Olivier Nakache e Eric Toledano, da França.

Em protesto pelo filme do YouTube A Inocência dos Muçulmanos, dirigido e produzido por Sam Bacile, o governo do Irã decidiu que o país, ganhador neste ano com A Separação, de Asghar Farhadi, não vai participar da edição 2013.
Os finalistas em todas as categorias serão divulgados em 10 de janeiro e o prêmio entregue em 24 de fevereiro.


As vilãs da Disney revisitadas


Uma certeza nos clássicos da Disney é que o bem sempre vence o mal. Não importa quanto a mocinha sofrerá ao longo da história, ela triunfa no final. Mas o artista Justin McTwisp criou um novo desfecho para os contos.
Ele produziu pôsteres nos quais as vilãs de alguns dos clássicos da empresa acabam derrotando os "mocinhos" e triunfam no final. Os cartazes ganharam ares sombrios, mas dão uma ideia de como seria a comemoração das malvadas.
Entre as vilãs retratadas estão: Úrsula (A Pequena Sereia), Cruela De Vil (101 Dálmatas), Malévola (A Bela Adormecida), Rainha Má (Branca de Neve), a madrasta e as irmãs de Cinderela.

Veja as imagens na galeria abaixo:


Se Úrsula tivesse superado os encantos de Ariel em A Pequena Sereia, os personagens Linguado, Sebastião e a gaivota teriam ido para a panela da bruxa


As fadas que auxiliam Bela em A Bela Adormecida foram petrificadas por Malévola e a princesa continuaria desacordada

O sapato de cristal que deveria ser de Cinderela acabou servindo nos pés de suas irmãs. Com isso, ela perdeu o príncipe e continuou sendo castigada pela madrasta

Está vendo o casaco de pele de Cruela De Vil? Foi inteiramente feito com as peles dos 101 Dálmatas. Deu até para fazer uma bolsa. Atenção ao detalhe: as manchas vermelhas no final da peça, indicando o sangue dos bichinhos


Branca de Neve teve o coração arrancado e guardado na caixinha da Rainha Má, que permanece no posto de mulher mais bonita, já que sua rival morreu

26 de outubro de 2012

The Wolverine se passará depois de X-Men – O Confronto Final



Acreditava-se que “The Wolverine”, nova aventura solo do mutante vivido por Hugh Jackman, serviria como prelúdio para a trilogia “X-Men”. Mas em entrevista à revista Empire, o diretor do filme James Mangold (“Encontro Explosivo”) declarou que a continuação de “X-Men Origens: Wolverine” (2009) será situada depois dos acontecimentos de “X-Men – O Confronto Final” (2006), último filme da franquia mutante.

Mangold explica: “Jean Grey se foi, a maioria dos X-Men se foram ou se separaram, então há uma tremenda sensação de isolamento para ele. Isso era muito importante para mim, que eu chegasse a um tempo específico da sua linha do tempo. Eu gostaria de poder contar a história sem o fardo de seguir um filme que já existia e ter que me conformar com isso. A ideia de imortalidade pesa bastante nessa história, assim como o fardo da imortalidade para Logan. Para mim, é uma parte tão interessante do caráter de Logan que é praticamente impossível explorá-la se você tem um time ou liga de heróis no meio”.

Como a cronologia da série será respeitada, fica fortalecido o rumor que coloca Jean Grey, personagem de Famke Janssen (“Busca Implacável 2”) nos três “X-Men”, em “The Wolverine”. A participação pode envolver um flashback. Em outra ocasião, o produtor Bryan Singer já havia adiantado a possibilidade de o novo filme do mutante ter ligação com os filmes anteriores de “X-Men”.

“The Wolverine” é baseado na famosa saga de quadrinhos “Eu, Wolverine”, de Chris Claremont e Frank Miller, que traz o personagem enfrentando ninjas e a Yakuza no Japão. O longa-metragem tem estreia prevista para 26 de julho de 2013.