15 de abril de 2012

Filho de Paul McCaetney nega banda com filhos de ex-beatles

James McCartney, filho de Paul McCartney e também cantor negou que estava pensando em formar uma banda com os filhos dos outros ex-Beatles. “Estava apenas pensando em voz alta a respeito de tocar com os amigos da família dos Beatles, nada mais”, disse James em seu Facebook.

Na semana passada havia sido noticiado em que James gostaria de formar uma banda com Sean Lennon, Dhani Harrison e Zak ou Jason Starkey, esses filhos de Ringo Starr (leia aqui). O cantor aproveitou para falar de sua carreira: “Minha banda estará no Reino Unido e nos Estados Unidos durante a maior parte do ano e os shows estão indo muito bem! Estou tão agradecido… muito amor para todos vocês”.

14 de abril de 2012

Criador de Glee vai escrever remake de Dirty Dancing

O roteirista e produtor Brad Falchuk, co-criador das séries “Glee” e “American Horror Story”, será responsável pelo roteiro da nova versão do filme “Dirty Dancing – Ritmo Quente” (1987).

Como Maria Maggenti (da comédia teen “Monte Carlo”) supostamente tinha a tarefa, desconhece-se se Falchuk irá agora polir um roteiro anterior ou começar do zero. Segundo a Variety, ele vai dar mais atenção à combinação musical da trilha sonora, que além de faixas originais trazia originalmente vários sucessos dos anos 1960.

A trilha sonora de 1987 ficou durante 18 semanas no topo da parada da Billboard e inspirou a produção a lançar um segundo disco derivado do filme, que ficou em terceiro por cinco semanas. O clássico dos anos 1980 também ficou marcado pela participação do já falecido Patrick Swayze e por ter rendido cerca de US$ 278 milhões de dólares nos cinemas, tendo apenas custado US$ 6 milhões.

O remake será dirigido pelo coreógrafo do filme original, Kenny Ortega, que assinou como diretor os filmes da franquia “High School Musical” e o documentário de Michael Jackson “This Is It”. A estreia está prevista para o dia 26 de julho de 2013 nos Estados Unidos.

Fox renova as séries Glee, New Girl e Raising Hope

Sem surpresa alguma, o canal americano Fox acaba de renovar seus hits “Glee”, “New Girl” e “Raising Hope”. O trio de séries cômicas fortaleceu as noites de terça-feira da emissora e vem mantendo sólidos índices de audiência desde o início da atual temporada da TV americana.

A série musical “Glee” vai entrar em sua 4ª temporada a partir de setembro, a estreante “New Girl”, protagonizada por Zooey Deschanel (“500 Dias Com Ela”), ganhou uma 2ª temporada e a comédia familiar “Raising Hope” garantiu seu 3º ano. Recentemente, a Fox também renovou o drama investigativo “Bones”.

Atualmente, “Glee” e “New Girl”, junto com a novata “Touch”, representam as três maiores audiências da Fox americana.

Nicole Kidman vai viver Grace Kelly em cinebiografia

Nicole Kidman (“Austrália”, “Reféns”) foi escolhida para protagonizar “Grace of Monaco”, cinebiografia dirigida pelo cineasta francês Olivier Dahan (“Piaf – Um Hino ao Amor”), em que dará vida à atriz e princesa Grace Kelly (“Janela Indiscreta”). A informação é da Variety.

Com orçamento de US$ 15 milhões, o filme vai focar o período em que Grace assumiu a frente de uma disputa política travada entre Mônaco e a França, que acusava o principado de ser um paraíso fiscal. O confronto culminou nos esforços da atriz para salvar Monaco de um golpe de estado.

O produtor Luc Besson (“As Múmias do Faraó”) compara o projeto à abordagem de “O Discurso do Rei” (2011), vencedor do Oscar no ano passado. O roteiro foi escrito pelo estreante Arash Amel (do inédito “The Expatriate”). O início das filmagens ainda não foi anunciado.

Kevin Costner revela que Princesa Diana queria estrelar continuação de O Guarda-Costas

O ator Kevin Costner (“Instinto Secreto”) revelou a um programa de TV americano que a princesa Diana, morta em 1997, estava interessada em protagonizar a sequência de “O Guarda-Costas” (1992), filme que Costner estrelou ao lado da cantora Whitney Houston.

Ele afirmou que recebeu o roteiro de “O Guarda-Costas 2″ um dia antes da princesa falecer num acidente de carro.

O filme trataria uma história muito próxima da realidade de Diana: ela viveria uma princesa que contrataria o guarda-costas Frank Farmer – personagem de Costner no filme anterior – para ajudá-la a fugir de paparazzi e ‘stalkers’. Curiosamente, a princesa faleceu enquanto fugia de paparazzi.

“Eu disse a ela que cuidaria dela do mesmo jeito que cuidei de Whitney”, disse Kevin Costner, que produziu o primeiro filme, um dos maiores sucessos da década de 1990. “Ela queria que eu escrevesse o roteiro para ela. Eu disse: ‘Vou adaptá-lo se estiver interessada’. E ela disse: ‘Estou interessada’”.

Uma biografia sobre a princesa Diana, “Caught in the Flight”, deve chegar aos cinemas ano que vem. Com direção de Oliver Hirschbiegel (“Rastros de Justiça”), o longa terá Naomi Watts (“Trama Internacional”) como protagonista.

Os mais ricos do Reino Unido

O jornal The Sunday Times divulgou a lista dos mais ricos do Reino Unido e Daniel Radcliffe (Harry Potter), que aumentou em US$ 9,5 milhões o seu cofre no ano passado graças, em parte, ao seu filme A Mulher de Preto, continua em primeiro entre os atores com menos de 30 anos.

O astro de Crepúsculo, Robert Pattinson, ficou em segundo lugar com US$ 63 milhões em sua conta bancária.

Rupert Grint, o Rony da franquia Harry Potter, aparece em sexto avaliado em US$ 38 milhões e Emma Watson, a Hermione da série baseada nos livros de J.K. Rowling, em quinto com US$ 41 milhões.

Keira Knightley, a estrela de Piratas do Caribe e que está nos cinemas com Um Método Perigoso, aparece em terceiro com US$ 47 milhões.

Confira a lista dos 10 atores mais ricos com menos de 30 do Reino Unido:

1 Daniel Radcliffe – US$ 86 milhões
2 Robert Pattinson – US$ 63,7 milhões
3 Keira Knightley – US$ 47,8 milhões
4 Kiera Chaplin – US$ 44,6 milhões
5 Emma Watson – US$ 41,4 milhões
6 Rupert Grint – US$ 38,2 milhões
7 Lily Cole – US$ 12,7 milhões
8 Sarah Harding – US$ 7,9 milhões
8 Rosie Huntington-Whiteley – US$ 7,9 milhões
8 Kimberley Walsh – US$ 7,9 milhões

A volta do Titanic

Segunda melhor bilheteria da história, fenômeno que levou multidões a chorar e assistir ao mesmo enredo repetidas vezes antes de surgirem na telona os filmes de Harry Potter e Crepúsculo, Titanic volta para os cinemas a partir de hoje. E repaginado.

O retorno da história de amor entre Rose e Jack não acontece em um momento qualquer. O filme completa 15 anos do lançamento inicial (feito em dezembro de 1997), e reestreia uma semana antes do centenário do naufrágio do transatlântico que era considerado indestrutível.

Titanic é uma grande produção em todos os sentidos. Primeiro, por resgatar um dos maiores desastres da história. Depois, por ter 3h14min de duração, ter consumido cerca de US$ 200 milhões e faturado 11 Oscar's.

Superlativo também foi o faturamento do filme: Titanic conseguiu US$ 600,8 milhões nos Estados Unidos e outros US$ 1,24 bilhões no restante do mundo. No total, R$ 1,84 bilhões - mais de nove vezes o custo para ser produzido.

Com estes números, Titanic tornou-se a maior bilheteria de todos os tempos em 1997. Ele só seria superado em 2009 por outro filme dirigido por James Cameron: Avatar.

A produção, ambientada em Pandora, faturou pouco mais de US$ 760,5 milhões nos Estados Unidos e outros US$ 2 bilhões nos outros mercados mundo afora. No total, US$ 2,78 bilhões. Mas como o filme custou mais que Titanic, certamente o lucro dele não chegou a ser tão grande quanto o filme de Jack e Rosie.

James Cameron repaginou Titanic para o formato 3D. Segundo a crítica Claudia Puig, do USA Today, os cenáriso estonteantes e os momentos de tensão da produção original ficaram ainda mais espetaculares com o recurso 3D. "Ao contrário de muitos filmes 3D que são escuros, as imagens do Titanic são mais nítidas, e a inundação quase vertical e a quebra do transatlântico em dois após o choque com o iceberg é ainda mais angustiante", escreveu.

De acordo com a crítica, as cenas das inundações, assim como o desespero dos ocupantes do Titanic por sobreviver, e a heróica sequência em que Jack salva Rose de pular da borda do transatlântico acabam sendo ressaltados pelos novos efeitos.

O 3D evidencia o "virtuosismo técnico" do diretor, na opinião de Puig, na mesma medida que torna evidente algumas fraquezas do roteiro, da edição e a sobra de certas cenas que não seriam necessárias.

Por outro lado, sequências como a tentativa do transatlântico de desviar do iceberg e as quedas dramáticas que seguem ao choque acabam sendo irritantes - a conversão não resolve os problemas do original, segundo Puig.

Segundo o crítico Peter Howell, do Toronto Star, a repaginada de Titanic para o 3D é um "sucesso absoluto". Ele percebeu isso ao ver um "grande número de espectadores" chorando durante e após a pré-estreia do filme, o que comprovaria o "impacto duradouro do romance" entre Rose e Jack.

James Cameron teria gasto US$ 18 milhões e 60 semanas para transformar o Titanic original, em 2D, nesta nova versão em 3D. O resultado está em cada segundo do filme, segundo Howell, porque a produção ficou com imagens mais nítidas e iluminadas. A grandiosidade do Titanic é percebida de maneira ainda mais forte pelos espectadores, assim como a sequência em que a câmera gira enquanto a orquestra toca fica mais intensa, a ponto de quase provocar vertigem.