27 de agosto de 2011

"Scarface" volta às salas de cinema, 30 anos depois


A versão de Brian de Palma do homónimo de 1932 - realizado por Howard Hawks - vai ser exibida em cerca de 500 salas dos Estados Unidos. O motivo tem haver com o lançamento do filme em formato Blu-Ray, que estará disponível nas lojas a partir do dia 6 de Setembro.
Para apresentar o lançamento do clássico de gagsters em Blu-Ray, a Universal Studios reuniu Al Pacino e alguns actores do elenco – Steven Bauer, Robert Loggia e F. Murray Abraham -, assim como o produtor Martin Bregman, para que falassem sobre o filme e o processo de rodagem, em 1983.

Passados quase 30 anos, Al Pacino considera que “Scarface” conquistou um importante estatuto na indústria cinematográfica, e que se tornou num verdadeiro clássico do cinema do gênero. “ Já não se fazem filmes assim; ‘Scarface’ tornou-se no que hoje em dia são projetos desta indústria”, disse, na festa de lançamento que aconteceu na  terça-feira, no Teatro Belasco, em Los Angeles.


Relativamente à sua personagem, Al Pacino revelou que ficou muito interessado em interpretar Tony Montana, depois de se ter inspirado na prestação de Paul Muni – Tony Camonte na versão de 1932. Ainda sobre a personagem, o ator considerou que representa a ambição humana: “Tony Montana é como Ícaro. Luta e esforça-se para alcançar o sol, atreve-se a ele, e isso é algo que vive no interior de todos nós. Representa-nos de alguma maneira. Dá-nos algo com que nos identificamos”.


“Scarface” de 1983 narra a ascensão e queda de Tony Montana, um mafioso cubano que chega a Miami para fundar um império sustentado pelo tráfico de cocaína. Quando saiu para as salas, o filme foi mal recebido pela crítica, mas rapidamente o público elevou-o ao estatuto que hoje é conhecido – foi candidato a três Globos de Ouro e conquistou em 2008 a nomeação de um dos dez filmes mais influentes da história do cinema de gangsters, concedido pelo Instituto de Cinema Americano. 


“Foi estripado pela imprensa, ninguém gostava dele, mas teve uma grande audiência”, afirmou o ator, que classificou de “quase um milagre” de ainda ser redescoberto pelas novas audiências. Para Bregman – que trabalhou em outras produções com Al Pacino, como “Um Dia de Cão", "Serpico" e "Perseguido Pelo Passado” - o sucesso do filme teve haver com o rigor realista da narrativa: “Quando se tenta projetar algo que está lá, que é real, corre-se o risco de que o público não aceite, temos de ser rigorosos. Ser fiel à realidade é sempre a chave”, disse.


De Palma rodou ao longe de quase nove meses o argumento de Oliver Stone. Segundo Al Pacino, para projetarem o filme, Stone e De Palma andariam interessados em recriar a ganância e a ambição humana característica daquele período, associado a Wall Street. Esta colaboração “explosiva”, como classificou, provocou algumas divergências entre os dois conhecidos realizadores. “A direção de atores de De Palma não casava bem com as preocupações sociopolíticas de Stone, apesar de nunca terem chegado a bater de frente”, disse o ator, que considerou o filme como um dos favoritos em que participou, “por toda a sua evolução”.


Passadas quase três décadas, os espetadores poderão recuperar a violenta versão de Brian de Palma de “Scarface”, desta vez com som e imagem restaurados em alta definição. As hipóteses são as 475 salas norte-americanas ou o Blu-Ray que estrá nas lojas a partir de dia 6 de Setembro nos EUA.

Amy Winehouse bate James Blunt: Back to Black é o álbum mais vendido do século no Reino Unido

O último álbum lançado por Amy Winhouse, “Back to black”, tornou-se nesta quarta-feira (24) o mais vendido deste século no Reino Unido. A cantora britânica morreu no final de julho, em Londres, aos 27 anos.
Segundo a lista compilada pela Official Chart Company, este disco, que Amy lançou em 2006, vendeu no país 3,25 milhões de cópias, passando os 3,24 milhões vendidos pelo álbum "Back to Bedlam", de James Blunt.
Capa de 'Back to black' (Foto: Divulgação)A cantora de “Rehab” ganhou do intérprete de "You're beautiful" depois que as vendas foram impulsionadas pela notícia da sua morte, no dia 23 de julho, por motivos ainda não esclarecidos.
Em todo o mundo, as vendas de “Back to black” superam as 15 milhões de cópias. Em 2007, ele foi eleito o disco do ano e, em fevereiro de 2008, converteu Amy Winehouse na primeira intérprete britânica a ganhar cinco Grammys.

Furacões


O furacão é uma poderosa tempestade que produz ventos extremamente rápidos. Na realidade, o furacão é um ciclone (uma depressão) de forte intensidade. Ele compreende, às vezes, centenas de tempestades, podendo estender-se por centenas de quilômetros. Quando o furacão alcança o continente, ele provoca chuvas torrenciais de grande intensidade num curto intervalo de tempo, inundando as cidades costeiras. Esses ciclones de grande intensidade são denominados de hurricane na América do Norte e na região do Caribe, de tufões no sudeste asiático e de willi-willi no Oceano Índico e na Austrália.

Com freqüência confunde-se tornado com furacão. Pode-se distingui-los pelo fato de o tornado constituir um fenômeno local, enquanto o furacão pode estender-se até 1.000 km de diâmetro. Além do mais, o tornado é acompanhado de ventos ainda mais violentos do que o ciclone, mas ele só dura algumas horas, enquanto um furacão pode durar semanas e percorrer milhares de quilômetros.



Nomes de Furacões do Atlântico Norte:



Como são dados os nomes 
Os nomes dos furacões e das tempestades tropicais são dados sempre que seus ventos atingem 62 km/h e ao contrário do muita gente pensa, seus nomes não são somente femininos.
Um comitê internacional mantém uma lista de 126 nomes, metade masculinos e metade femininos, que são repetidos em um ciclo de 6 anos.
O uso de nomes próprios começou a ser feito por um meteorologista na Austrália, no começo do século XX. Ele usou nomes de políticos de quem não gostava para falar dos furacões e, assim, poder dizer ironicamente que aquela pessoa "causou grande desastre". 
Durante a Segunda Guerra Mundial, segundo o Centro de Furacões dos EUA, os ciclones ganharam informalmente nomes de mulheres, dados pelos meteorologistas da Marinha. Na década de 1950, os ciclones do Atlântico Norte começaram a ser chamados com nomes cuja primeira letra seguia a ordem alfabética (Able-Baker-Charlie-etc.). Em 1978, passaram a ser usados tanto nomes de homens como de mulheres. 
Furacões violentos 
Quando um furacão causa danos excessivos seu nome é retirado da lista.
Desde que foi implantada, 67 nomes já foram retirados. O primeiro a deixar a lista foi Hazel em 1954 e o últimos foram Dennis, Katrina, Rita, Wilma e Stan na violenta temporada de 2005.
Somente 3 furacões categoria 5 atingiram a costa dos EUA no século passado: um deles, sem nome, atingiu a Flórida em 1935, Furacão Camille em 1969 e Furacão Andrew em 1992.
Veja abaixo todos os nomes que já foram retirados da lista pelo comitê internacional:


1954 - Hazel
1954 - Carol
1955 - Connie
1955 - Diane
1955 - Ione
1955 - Janet
1957 - Audrey
1960 - Donna
1961 - Carla
1961 - Hattie
1963 - Flora
1964 - Cleo
1964 - Dora
1964 - Hilda
1965 - Betsy
1966 - Inez
1967 - Beulah
1968 - Edna
1969 - Camille
1970 - Celia
1972 - Agnes
1974 - Carmen
1974 - Fifi
1975 - Eloise

1977 - Anita
1979 - David
1979 - Frederic
1980 - Allen
1983 - Alicia
1985 - Elena
1985 - Gloria
1988 - Gilbert
1988 - Joan
1989 - Hugo
1990 - Diana
1990 - Klaus
1991 - Bob
1992 - Andrew
1995 - Luis
1995 - Marilyn
1995 - Opal
1995 - Roxanne
1996 - Cesar
1996 - Fran
1996 - Hortense
1998 - Georges
1998 - Mitch
1999 - Floyd



1999 - Lenny
2000 - Keith
2001 - Allison
2001 - Iris
2001 - Michelle
2002 - Isidore
2002 - Lili
2003 - Fabian
2003 - Isabel
2003 - Juan
2004 - Charley
2004 - Frances
2004 - Ivan
2004 - Jeanne
2005 - Dennis
2005 - Katrina
2005 - Rita
2005 - Stan
2005 - Wilma

Bacias principais de formação dos Furacões

Há sete bacias principais de formação de furacão:

1 - Oceano Pacífico Norte Ocidental: Atividades de tempestade tropical nesta região freqüentemente afeta a China, Japão, a Filipinas, e Taiwan. Esta é sem dúvida a bacia mais ativa e responde por um terço da atividade de furacões no mundo. Organizações de meteorologia nacionais, como também o Joint Typhoon Warning Center (JTWC) é responsável pelas previsões e advertências emitidas nesta bacia.

2 - Oceano Pacífico Norte Oriental: Esta é a segunda bacia mais ativa no mundo, e também é a mais densa (um grande número de tempestades para uma pequena área de oceano). Tempestades que formam nesta bacia podem afetar o México ocidental, Havaí e em ocasiões extremamente raras, Califórnia. O Central Pacific Hurricane Center é o responsável para prever a parte ocidental desta área, e o National Hurricane Center para a parte oriental.

3 - Oceano Pacífico Ocidental Sul: Atividades nesta região afetam a Austrália e Oceania em grande parte. A previsão e feita pela Austrália e Nova Guiné.

4 - Oceano Índico Norte: Esta bacia é dividida em duas áreas, a Baía de Bengal e o Mar Arábico, com a Baía de Bengal como dominante (5 a 6 vezes mais atividades). Furacões que formam nesta bacia são as que historicamente mais tiram vidas. O Ciclone de Bhola de 1970 matou 200,000. Nações afetadas por esta bacia incluem a Índia, Bangladesh, Sri Lanka, Tailândia, Birmânia, e Paquistão, e todos estes países emitem previsões e advertências na região. Raramente, um furacão formado nesta bacia afetará a Península Árabe.

5 - Oceano Índico sudeste: Atividades nesta região afetam a Austrália e Indonésia, e é previsto por essas nações.

6 - Oceano Índico sudoeste: Esta bacia é o menos compreendido, devido a uma falta de dados históricos. Ciclones que formam aqui atingem Madagascar, Moçambique, Ilhas Maurício, e Quênia, e estas nações emitem previsões e advertências para a bacia.

7 - Bacia Atlântico norte: E o mais estudado de todas as bacias tropicais. O Atlântico Norte inclui o Oceano Atlântico, o Mar Caribenho, e o Golfo do México. Os Estados Unidos, México, América Central, as Ilhas Caribenhas e Canadá são afetados através de tempestades nesta bacia. Previsões para todas as tempestades são emitidas pelo National Hurricane Center em Miami, Flórida e no Centro de Furacão Canadense, em Halifax, Nova Escócia, Canadá. Furacões que golpeiam o México, América Central, e nações das Ilhas Caribenhas, freqüentemente causa danos imensos. Eles são mais mortais quando em águas mais morna, e os Estados Unidos podem evacuar melhor as pessoas das áreas ameaçadas do que muitas outras nações.

Áreas de formações incomum
Furacão Catarina. No Brasil foi considerado somente como uma tempestade tropical.

São áreas raras de acontecer furacões:

- Oceano Atlântico Meridional: Uma combinação de águas mais frescas, a falta de uma zona de convergência intertropical, e mudanças de vento fazem com que seja muito difícil para o Atlântico Meridional gerar um furacão. Porém, foram observados três furacões nesta região. Uma tempestade tropical fraca em 1991 na costa de África, furacão Catarina que aconteceu no litoral do estado de Santa Catarina no Brasil em 2004 e uma tempestade menor em janeiro de 2004, leste de Salvador, Brasil. É sabido que as tempestades de janeiro tem alcançado intensidade de tempestade tropical.

- Pacífico Norte Central: Nesta região é comumente reqüentada por furacões que formam no Norte Oriental muito mais favorável na Bacia de Pacífico.

- Mar Mediterrâneo: Tempestades que às vezes aparecem semelhante a furacões em estrutura, acontecem na bacia mediterrânea. Tais furacões formaram em setembro de 1947, setembro de 1969, janeiro de 1982, setembro de 1983, e janeiro de 1995. Há debate em se estas tempestades eram tropicais na sua natureza.
 

Classificação dos Furacões:

Os furacões se classificam, segundo as velocidades do vento que reinam no seu interior, na escala Saffir-Simpson (criada em 1971 pelo engenheiro Herbert Saffir e pelo doutor Robert Simpson, especialista em furacões) em cinco categorias:


Categoria 1
Alguns danos pequenos sobre casas e quarteirões. Ventos: 117 a 153km/h.
Categoria 2
Danos maiores em casas e desarraigamento de árvores. Ventos: 153 a 177 km/h.
Categoria 3
Grandes árvores são desarraigadas. Tetos, janelas e portas sãodanificados. Ventos: 177 a 209 km/h.
Categoria 4
Nenhuma casa sobrevive. Danos importantes atingem o subsolo dascasas. Ventos: 209 a 249 km/h.
Categoria 5
Destruição de grandes edifícios. Afundamento de telhados. Danos muitovastos e importantes. Ventos: acima de 249 km/h.

Furacão Irene pode ser o primeiro a atingir o nordeste dos Estados Unidos em 26 anos

BBC


O furacão "Irene" que ameaça chegar a Nova York no domingo com ventos de 130 km/h, pode ser o primeiro a atingir o nordeste dos Estados Unidos em 26 anos, visto que a região é pouco frequentada por ciclones.
"O último furacão que chegou a Long Island foi ''Gloria'', em 1985, que passou pelo oeste dessa região com categoria 2 na escala de intensidade Saffir-Simpson, cujo máximo é cinco", disse neste sábado à Agência Efe o meteorologista Hugh Cobb, do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC, na sigla em inglês).
Nova York espera a chegada de "Irene" neste domingo, depois de ter tocado a terra neste sábado na Carolina do Norte, causando três mortes com seus fortes ventos, chuvas intensas e ressacas ciclônicas.
No estado da Virgínia um homem e uma criança morreram e na Flórida um surfista perdeu a vida ao ser arrastado pela correnteza.
Félix García, que também é meteorologista do NHC, disse à Efe que "Irene" chegaria a Nova York "entre o meio-dia e o entardecer do domingo". Enquanto isso, o ciclone se mantém na categoria 1.
Segundo Cobb, outros furacões já passaram perto de Nova York, como "Donna", em 1960, que causou "as ressacas mais fortes e as inundações mais graves já registradas". Este furacão, destruidor, tinha categoria 4 e deixou 50 mortos em sua passagem pelo nordeste dos EUA.
No entanto, o especialista destacou que "há quase 200 anos um furacão de categoria maior (3,4 e 5) não atinge Nova York diretamente".
O último foi um ciclone que atingiu Long Island em 3 de setembro de 1821, detalhou.
"Essa região (o nordeste dos EUA) não é afetada com muita frequência por furacões ou tempestades tropicais, especialmente a cidade de Nova York", acrescentou Cobb.
O devastador furacão "Floyd" também passou perto desse estado em 1999, mas como tempestade tropical, indicou o meteorologista.
Já o furacão "Gloria" causou 11 mortes no nordeste dos Estados Unidos: seis em Connecticut, duas em Rhode Island, duas em New Hampshire e uma na Carolina do Norte, além de ter causado perdas de US$ 900 milhões, segundo números do NHC.

Talvez novos confrontos no cinema

Um boato interessante vem se espalhando pela internet esses dias. Segundo informações “colhidas” na Warner Bros., o site Movieweb afirmou que além dos filmes de Flash e Liga da Justiça – já comentados pelo presidente do estúdio, Jeff Robinov em pessoa – a companhia estaria cogitando fazer também um filme da série Superman & Batman, que nos quadrinhos reúne a dupla em aventuras conjuntas.
Parece estranho, tendo em vista que Superman e Batman já estariam em Liga da Justiça, que deveria, seguindo a lógica, reunir também Mulher-Maravilha, Flash e Lanterna Verde com certeza, e outros membros rotativos, como Arqueiro Verde, Canário Negro, Aquaman etc., como possibilidades rotativas.
Mas também não é impossível, já que a dualidade luz e sombra do Superman e do Batman como opostos que se complementam poderia não ser bem explorada em um filme da Liga e render um longametragem exclusivo. As fontes do Movieweb, inclusive, afirmam que a Warner tenta convencer Christian Bale e Henry Cavill a embarcarem na produção em seus respectivos papeis atuais. As informações dizem que teriam duas tramas a serem desenvolvidas: uma na qual o Batman seria o mentor do Superman e outra ao contrário.

Série de TV sobre Hulk não terá vinculação com os filmes


Em entrevista à MTV, o cineasta Guilhermo Del Toro (de O Labirinto do Fausto e Hellboy) confirmou o que muitos já suspeitavam: que a série TV do Incrível Hulk, atualmente em desenvolvimento por meio do canal ABC (pertencente à Disneytal qual a Marvel Comics) não terá nenhuma vinculação cronológica com o Hulk do cinema, que já apareceu em The Hulke O Incrível Hulk (de 2003 e 2008, respectivamente) e voltará às telonas em Os Vingadores no ano que vem.
Del Toro disse que a produção respeitará a história base do Hulk, mas que a série e os filmes serão coisas distintas. Segundo informações colhidas anteriormente, o foco da série será a relação entre Bruce Banner e Betty Ross.
O Hulk já teve uma série de TV nos anos 1970 e em Os Vingadoresserá interpretado por Mark Ruffalo.
A série de TV não tem elenco definido e o roteiro do episódio piloto ainda será escrito, segundo Del Toro. A expectativa é produzi-lo para avaliação da emissora em 2012 e, caso aprovado, estrearia em setembro daquele ano.

Macacos superam força dos super-heróis em bilheteria


A temporada parecia ser da máscara, da capa e do escudo, mas são os macacos, na sua volta a Hollywood, que estão próximos de desbancar os super-heróis na atual safra de filmes dos EUA.
Com orçamento modesto para um blockbuster, de US$ 93 milhões (R$ 150 milhões), "Planeta dos Macacos: A Origem" já acumula US$ 134 milhões (R$ 216 milhões) em três semanas nos EUA.
O filme vem obtendo ganhos maiores que apostas badaladas dos estúdios, como "Lanterna Verde", que custou US$ 200 milhões (R$ 322 milhões) e arrecadou a metade disso nos EUA até agora.
Considerando os custos, se mostra mais lucrativo que outros super-heróis, como Thor e Capitão América.
Para James Franco, que vive o cientista Will, o sucesso do filme se deve à busca por respostas num mundo que está em constantes mudanças.
"É sempre algo assustador quando surgem coisas novas. Para onde vamos? O que estamos fazendo? É o tipo de pergunta que interessa", diz.
O filme é uma introdução a "O Planeta dos Macacos", de 1968 (leia quadro abaixo).

Mas, desta vez, não há viagens espaciais nem planetas desconhecidos. A história se passa na San Francisco de hoje, e os homens continuam comandando o planeta.
Usando a tecnologia "motion capture", como em "Avatar", o filme conta a história de César (Andy Serkis), um chimpanzé superinteligente que é fruto do trabalho de Will, cientista em busca da cura para o mal de Alzheimer.
O macaco acaba em uma "prisão" de macacos, onde vê o pior do humanos, já que todos sofrem maus-tratos.
E é no local que César comanda a revolução. Ainda que tenha mensagem pacifista, não significa que todos tenham o mesmo propósito.
Essa tensão entre macacos pacíficos e os que pregam o genocídio humano é um ponto que o diretor Rupert Wyatt pretende abordar no próximo filme, "se tiver a oportunidade". "Quero explorar César como o líder de um exército em expansão, com os macacos indo para um ambiente urbano, com medo, mas tentando entender a civilização."