17 de abril de 2011

Os 10 Carros mais caros


Em um levantamento entre veículos acima de US$ 300 mil (cerca de R$ 564 mil), a revista americana Forbes listou os dez carros mais caros do mundo, que estão acessíveis a um seleto grupo de milionários, fãs da velocidade e do luxo. Os modelos que conseguiram entrar na relação são produzidos em pequena escala e chegam próximos ao valor de um jato particular.
Confira a lista abaixo: 

1 – Koenigsegg Trevita


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Segundo a Forbes, o carro mais caro do mundo é o Koenigsegg Trevita. O modelo é baseado no Koenigsegg CCXR, mas conta com sistema de monitoramento da pressão dos pneus, freios feitos de fibra de carbono e motor de 1.018 cavalos. Apenas três unidades serão produzidas.
Valor de mercado: US$ 2,21 milhões

2 – Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport


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O Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport também é um carro edição limitada. Segundo a Forbes, apenas 150 unidades serão produzidas. Isto faz com que o modelo apareça em segundo na lista dos mais caros do mundo.
Avaliado em: US$ 2 milhões

3 – Pagani Zonda Roadster Cinque


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O conversível Pagani Zonda Roadster Cinque tem este nome porque apenas cinco unidades do modelo serão produzidas. O carro será equipado com motor V12 da Mercedes-Benz. Com o propulsor, o modelo faz de 0 a 100 km/h em 3s4.
Valor de mercado: US$1,8 milhão

4 – Lamborghini Reventón Roadster


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Um posto acima na lista dos mais caros do mundo aparece a Lamborghini Reventón Roadster. O carro é equipado com propulsor que gera até 650 cavalos de potência e atinge 340 km/h. Para ficar mais leve, a montadora italiana construiu o modelo com fibra de carbono.
Valor de mercado: US$ 1,56 milhão

5 – Lamborghini Reventón


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Segundo a Forbes, o design da Lamborghini Reventón foi inspirado em jatos de combate. O que mais confere exclusividade ao modelo é seu número limitado de unidades produzidas: 20.
Valor de mercado: US$1,42 milhão

6 – Maybach Landaulet


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O design do Maybach Landaulet é de linhas mais clássicas. O carro possui isolamento entre os bancos da frente de o dos passageiros de trás. Porém, a fabricante também o equipou com um propulsor que faz frente a qualquer esportivo. Um motor V12 de 604 cavalos de potência faz com que o carro atinja até 248 km/h.
Valor de mercado: US$ 1,4 milhão.

7 – Koenigsegg CCXR


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Outro carro da Koenigsegg aparece entre os 10 mais caros do mundo. O modelo CCXR pode rodar com etanol e tem motor que gera até 1018 cavalos de potência. Segundo a Forbes, o carro atinge até 400 km/h.
Valor de mercado: US$ 1,3 milhão.

8 – Koenigsegg CCX


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O Koenigsegg CCX possui freios de carbono, sistema de rádio via satélite e carpetes em couro. Mas, além do acabamento em luxo, o que o torna diferente de outros esportivos é o motor V8 que o equipa. Com ele, o carro faz de 0 a 100 km/h em 3,2 s e alcança velocidade máxima de aproximadamente 390 km/h.
Valor de mercado: US$ 1,1 milhão

9 – Leblanc Mirabeau


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O Leblanc Mirabeau foi especialmente concebido para correr as 24h de Le Mans, mas também recebeu certificado para rodar pelas ruas. O modelo possui motor de 700 cavalos e alcança velocidade máxima de aproximadamente 370 km/h.
Valor de mercado: US$ 765 mil.

10 – SSC Ultimate Aero


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Com 1.287 cavalos de potência, o modelo da Shelby Super Cars tinha o título de carro mais rápido do mundo em produção em 2008. O carro pode chegar a 434 km/h e parte da carenagem é produzida em fibra de carbono.
Valor de mercado: US$ 740 mil.

Conheça os 10 últimos ganhadores do Nobel de Literatura

2010: Mario Vargas Llosa (Peru) 
"por sua cartografia das estruturas de poder e de imagens, e sua mordaz resistência, revolta e derrota do indivíduo"

2009: Herta Mueller (Alemanha) 
"que, com a densidade da sua poesia e franqueza da prosa, retrata o universo dos desapossados"

2008: Jean-Marie Gustave Le Clezio (França) 

"autor de novas partidas, aventura poética e êxtase sensual, explorador da humanidade além e sob a civilização regente"

2007: Doris Lessing (Grã-Bretanha) 

"tal epicista da experiência feminina que, com ceticismo (português brasileiro) ou cepticismo (português europeu) , ardor e poder visionário sujeitou uma civilização dividia ao escrutínio"


2006: Orhan Pamuk (Turquia) 
"que na busca pela alma melancólica da sua cidade natal descobriu novos símbolos para o choque e interligação de culturas"

2005: Harold Pinter (Grã-Bretanha) 

"que nas suas peças descobre o precipício sob o murmúrio do cotidiano (português brasileiro) ou quotidiano (português europeu) e força a entrada nos quartos escuros da opressão"

2004: Elfriede Jelinek (Áustria) 
"pelo seu fluxo musical de vozes e contra-vozes em novelas e peças que com extraordinário zelo linguístico revelam o absurdo dos clichés/clichês da sociedade e o seu poder subjugante"

2003: J.M. Coetzee (África do Sul) 

"que com inumeráveis disfarces retrata o envolvimento surpreendente do forasteiro"

2002: Imre Kertesz (Hungria) 

"pela escrita que apoia a frágil experiência do indivíduo contra a bárbara arbitrariedade da história"

2001: V.S. Naipaul (Grã-Bretanha)
"por ter unido narrativa perceptiva e escrutínio incorruptível em obras que nos compelem a ver a presença de histórias suprimidas" 

Asteroide com 400 m de diâmetro passa pela Terra

Um asteroide com 400 metros de diâmetro vai passar perto da Terra no início de novembro, provavelmente no dia 8, segundo previsões iniciais.
"A aproximação com a Terra do asteroide 2005 YU55 é incomum pela curta distância e pelo seu tamanho. Em média, ningúem esperaria que um objeto deste porte passasse tão perto em 30 anos", comenta Don Yeomans, da Nasa.

Pela sua dimensão e trajetória próxima à Terra, o 2005 YU55 entrou para a lista de asteroides "potencialmente perigosos" na definição do centro planetário de Cambridge, em Massachusetts, noticia o site www.space.com.
Os cientistas, entretanto, estão ansiosos com a notícia, vista como uma "oportunidade única". "Em um sentido real, fornecerá uma resolução de imagem comparável ou até melhor do que um missão de uma nave espacial', diz Lance Benner, pesquisador do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato) da Nasa.
Segundo estimativas, a rocha espacial estará a 0.85 distância lunar --menos que os cerca de 384 mil quilômetros que separam a Terra da Lua.

A passagem do asteroide, identificado pela primeira vez em 28 de dezembro de 2005, mobilizará um programa extenso de observações por radar, raios infravermelhos e a olho nu.
Cornell/Arecibo /Nasa
Imagem de radar do asteroide 2005 YU55, que vai se aproximar da Terra na data provável de 8 de novembro
Imagem de radar do asteroide 2005 YU55, que vai se aproximar da Terra na data provável de 8 de novembro

Buraco negro "mãe" do Universo teria a massa de 3.000 sóis

O útero cósmico no qual o nosso Universo teria sido gestado era um buraco negro da categoria peso-pesado, cuja massa seria equivalente a 3.000 vezes a do nosso Sol.
É isso o que propõe o físico polonês Nikodem Poplawski, da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos.
Em artigo publicado no "ArXiv" (uma espécie de biblioteca eletrônica aberta, na qual os físicos costumam divulgar versões preliminares de suas pesquisas para apreciação da comunidade científica), ele apresentou o cálculo da massa necessária para que um buraco negro produza um Universo com as características do nosso.

NATIVIDADE
O polonês reacendeu a discussão sobre a possibilidade de o Cosmos ter "nascido" dentro de um buraco negro.
Ele publicou uma sequência de artigos sobre o tema no "ArXiv" e na revista "Physics Letters B", uma das mais importantes sobre física nuclear e de partículas.
Essas publicações confrontam a teoria do Big Bang, que define que o Universo teria surgido a partir da expansão de uma grande concentração de massa e energia, comparada a uma explosão.
A questão é que, quando se considera que o Big Bang é o início de tudo, é preciso postular que a expansão do Universo teria começado a partir de um ponto incrivelmente pequeno, de densidade e energia infinitas.
Para os físicos, esses infinitos são suspeitos, porque fica impossível investigar o que acontecia no momento inicial da expansão cósmica.
Uma das formas de resolver o problema é propor que o Big Bang não foi o começo de tudo o que existe, mas uma perturbação no interior de um buraco negro em outro universo, conforme defendido pelo cientista polonês.
Editoria de arte/Folhapress
Segundo Poplawski, todos os universos (já que haveria vários deles) estão dentro de buracos negros. E todos têm estrelas que, se altamente contraídas (quando seu combustível acaba), dariam origem a novos buracos negros --e a novos universos.
Os números da conta saíram de uma modificação da teoria da relatividade geral de Einstein (que Poplawski vem usando nos seus estudos com frequência).
"Outros trabalhos mostram que algo acontecia antes do Big Bang", disse Poplawski 

Ele, de fato, não está sozinho. "Poplawski não é o único a especular sobre o que poderia ter havido antes do Big Bang", afirma Roberto Belisário, físico formado pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
"Entre os cosmólogos, o Big Bang já não é mais considerado o início da criação de tudo. Deve ter havido um 'antes', assim como está havendo um depois", completa.
A repercussão sobre a nova proposta do físico polonês ainda está engatinhando.
"A teoria ainda é muito qualitativa. Só o tempo dirá qual ideia vencerá essa corrida", conclui Belisário

Linguagem humana tem origem na África


O continente africano, além de berço da espécie humana, também teria sido o local em que um idioma de verdade, com gramática e vocabulário complexos, foi falado pela primeira vez na história.
A ideia está sendo defendida em um novo estudo, que analisou mais de 500 línguas de todas as partes do mundo em busca do caminho que a "invenção" da linguagem teria seguido planeta afora.
Segundo o trabalho, publicado nesta semana na revista americana "Science", a variedade de fonemas --a menor unidade sonora, que permite a diferenciação entre as palavras-- altera-se conforme a localização geográfica.
A maior quantidade de fonemas se concentra no seria o "marco zero" das línguas, o centro-sul da África.
Conforme os idiomas vão se afastando dessa aparente fonte comum, eles vão ficando empobrecidos em fonemas --com menos tipos de vogais, consoantes e tons (variantes "musicais" das sílabas, comuns em línguas como o chinês, por exemplo).

16 de abril de 2011

Piano de Yesterday é vendido em leilão

 Na última quinta-feira (14), o piano onde Paul MacCartney compôs a música “Yesterday”, foi vendido num leilão em Londres por R$ 325 mil.
O piano, um Eavestaff de estilo “art deco”, teve seu lance inicial de R$ 320 e foi organizado pela Fame Bureau.
O instrumento foi comprado em 1926, pela família da cantora britânica Alma Cogan e também já foi tocado por Sammy Davis Jr e Mick Jagger, durante a década de 60, ainda na casa dos antigos donos.
Em 1964, Paul sonhou com “Yesterday” e correu para a casa dos Cogan mostrar a canção para a amiga. Foi na sala desta casa, e nesse piano que foi leiloado, que o ex-Beatle tocou, pela primeira vez, uma das músicas que mais marcaram a história da banda inglesa.

Conheça os 10 últimos ganhadores do Nobel da Paz

2010: Liu Xiaobo (China)
"Pela sua longa e não-violenta luta pelos direitos humanos fundamentais na China"

2009: Barack Obama (Estados Unidos)
Pelas ideias de "boas intenções" para reforçar o papel da diplomacia internacional e a cooperação entre os povos.

2008: Martti Ahtisaari (Finlândia)
Por sua fundamental contribuição para a solução de conflitos internacionais em diversos continentes, durante mais de três décadas

2007: Al Gore (Estados Unidos) e o painel da ONU para o Clima
Por seus esforços na obtenção e disseminação de importantes conclusões sobre as mudanças climáticas causadas pelos seres humanos, e por estabelecerem procedimentos necessários para reagir sobre tais mudanças

2006: Muhammad Yunus (Bangladesh) e o Banco Grameen
Por seus esforços em promover o desenvolvimento econômico e social das classes desfavorecidas

2005: Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e seu diretor, Mohamed ElBaradei (Egito)
Pelos seus esforços em combater o uso militar da energia nuclear e assegurar que sua utilização com fins pacíficos seja a mais segura possível

2004: Wangari Maathai (Quênia)
Ambientalista e activista dos direitos humanos queniana

2003: Shirin Ebadi (Irã)
Ativista dos direitos humanos iraniana, defensora da implantação da democracia no seu país

2002: Jimmy Carter (Estados Unidos)
Por décadas de esforços incansáveis para encontrar soluções pacíficas para conflitos internacionais, em prol da democracia e direitos humanos, e pela promoção do desenvolvimento económico e social

2001: Organização das Nações Unidas (ONU) e seu secretário-geral, Kofi Annan (Gana) 
Pela dedicação a um mundo melhor organizado e mais pacífico