24 de março de 2011

Morre musa dos olhos violeta

Elizabeth "Liz" Rosemond Taylor (Londres, 27 de fevereiro de 1932 — Los Angeles, 23 de março de 2011) foi uma premiada atriz norte-americana nascida na Inglaterra.
Faleceu nesta quarta-feira (23), por insuficiência cardíaca aos 79 anos, um dos grandes mitos de Hollywood. Protagonista de mais de 50 filmes, Elizabeth Rosemond Taylor ficou eternizada após interpretar no cinema o personagem de Cleópatra nos anos 60, pelo qual recebeu um milhão de dólares, valor muito alto se considerar a época em que o filme foi gravado.
Internada há mais de seis semanas, desde o início de fevereiro Elizabeth sofria de uma doença cardíaca, que impedia o coração de bombear sangue para o corpo, o que causava cansaço, dificuldade de respirar e aumento de peso. Desde 2004 usava uma cadeira de rodas. Em 2009 fez uma cirurgia para substituir uma válvula defeituosa no coração. Com saúde fragil, Elizabeth Taylor fez ao longo dos anos 20 cirurgias. 
Filha dos americanos Francis Leen Taylor (1897-1968) e Sara Viola Warmbrodt (1895-1994), mudou-se para os Estados Unidos em 1939. Começou a carreira cinematográfica ainda criança, quando foi descoberta aos 9 anos. Contratada pela Universal Pictures, filmou There's One Born Every Minute.
Liz, como ficou conhecida, foi reverenciada como uma das mulheres mais bonitas de todos os tempos; a marca registrada são os traços delicados e olhos de cor azul-violeta, emoldurados por sobrancelhas espessas de cor negra.


Durante sua carreira, Liz recebeu três estatuetas do Oscar, duas delas como melhor atriz nos filmes "Disque Butterfield 8" e "Quem Tem Medo de Virginia Wolf?" e o terceiro foi o Oscar Humanitário, que recebeu em 1993, em razão de sua fundação que mantinha uma campanha de combate Aids.

O lado Humana:


Militante no combate à Aids, Liz Taylor deixou uma "herança monumental" no apoio à pesquisa contra a doença, destacou a Amfaram (American Foundation for AIDS Research), uma das principais associações americanas de luta contra a Aids.
— Ela era, sem nenhuma dúvida, uma das personalidades que mais inspiraram a luta contra a Aids. Ela deixa uma herança monumental que permitiu prolongar e melhorar a vida de milhões de pessoas e que enriquecerá outras, nas próximas gerações — declarou a associação.
Numa época em que a doença causava medo e as pessoas enfermas eram estigmatizadas, Liz Taylor esteve ao lado das vítimas desde os anos 1980. A atriz lançou sua própria fundação contra a Aids em 1991, tendo recebido, no ano seguinte, o prêmio Jean Hersholt. 



Filmografia:

1994 - 
Os Flintstones
1989 - 
Doce Pássaro da Juventude (filme feito para a TV)
1988 - 
Il Giovane Toscanini
1987 - 
Poker Alice (filme feito para a TV)
1986 - 
Cenas de Mulher (filme feito para a TV)
1985 - 
Malice in Wonderland (filme feito para a TV)
1983 - 
Between Friends (filme feito para a TV)
1980 - 
A Maldição do Espelho
1979 - 
Winter Kills
1977 - 
A Little Night Music
1976 - 
Victory at Entebbe (filme feito para a TV)
1976 - 
The Blue Bird
Queen of Light/Mother/Witch/Maternal Love
1974 - 
O Ocaso de uma Vida
1973 - 
Ash Wednesday
1973 - 
Night Watch
1973 - 
Divorce His - Divorce Hers (filme feito para a TV)
1972 - 
Hammersmith Is Out
1972 - 
Under Milk Wood
1972 - 
X, Y e Z
1970 - 
Jogo de Paixões
1969 - 
Ana dos Mil Dias
1968 - 
Secret Ceremony
1968 - 
O Homem que Veio de Longe
1967 - 
The Comedians
1967 - 
O Pecado de Todos Nós1967 - Doctor Faustus
1967 - 
A Megera Domada
1966 - 
Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
1965 - Adeus às Ilusões
1963 - 
Gente Muito Importante
1963 - 
Cleópatra
1960 - 
Disque Butterfield 8
1960 - 
Scent of Mystery
1959 - 
De Repente, No Último Verão
1958 - 
Gata em Teto de Zinco Quente
1957 - 
A Árvore da Vida
1956 - 
Assim Caminha a Humanidade
1954 - 
A Última vez que vi Paris
1954 - 
Beau Brummell
1954 - 
No Caminho dos Elefantes
1954 - 
Rapsódia
1953 - 
The Girl Who Had Everything
1952 - 
Ivanhoé, o Vingador do Rei
1952 - 
Love Is Better Than Ever
1951 - 
Quo Vadis
1951 - 
Um Lugar ao Sol
1951 - 
O Netinho do Papai
1950 - 
O Pai da Noiva
1950 - 
The Big Hangover
1949 - 
Traidor
1949 - 
Quatro Destinos
1948 - 
Julia Misbehaves
1948 - 
A Date with Judy
1947 - 
Cynthia
1947 - 
Nossa Vida com Papai
1946 - 
Courage of Lassie
1944 - 
A Mocidade é Assim Mesmo
1944 - 
The White Cliffs of Dover
1943 - 
Jane Eyre
1943 - 
Lassie Come Home
1942 - 
There's One Born Every Minute


Curiosidades da vida:


Em uma de suas últimas entrevistas, publicada no fim de 2010, Elizabeth Taylor listou à revista "Us Weekly" 25 coisas que quase ninguém sabia sobre ela. Confira:


1. "Antes de fazer filmes, tive uma barraca de limonada no Sul da Califórnia".


2. "Quando meu cabeleireiro está fora da cidade, adoro cortar meu próprio cabelo e o de outras pessoas".


3. "Sou louca por 'Law & Order' e assisti a todos os episódios. Meus filhos e Mariska Hargitay, uma atriz maravilhosa, brincavam juntos quando eram crianças".


4. "Eu me converti ao judaísmo em 1959".


5. "Meu nome judeu é Elisheba Rachel".


6. "Meu primeiro cavalo se chamava Betty".


7. "Meu primeiro encontro foi aos 16 anos".


8. "Minhas pernas são muito curtas".


9. "O filme de que mais tenho orgulho é 'Quem tem medo de Virginia Woolf?'".


10. "Nunca começo um dia sem perfume".


11. "Sonhei em lançar um perfume 25 anos antes de fazê-lo".


12. "Adoro suco de blood-orange (espécie de laranja de interior vermelho, comum na Califórnia)".


13. "Minha primeira memória é de dor".


14. "Ainda estou de coração partido porque Richard (Burton) nunca recebeu um Oscar".


15. "Sinceramente, não estou preocupada com a velhice".


16. "Nunca tinha tentado atuar até 'Um lugar ao sol'".


17. "Fico enojada com a quantidade de mitos sobre mim que é aceita como fato".


18. "As pessoas no Twitter batizaram minha nova fragrância, Violet Eyes".


19. "Nunca tive aulas de interpretação, apesar de muita gente achar que eu preciso delas".


20. "Nos meus 20 e poucos anos, eu quase perdi um olho e uma perna. Ainda tenho os dois".


21. "Os nervos são os inimigos de todos os atores".


22. "Detesto ser chamada de Liz, porque soa como um chiado".


23. "Acredito que você possa estar próximo de Deus em qualquer lugar".


24. "Minha cadela Delilah está apaixonada por meu gato Fang".


25. "Minha família e as pessoas com HIV/AIDS são a minha vida".




O grande filme que trouxe a volta o poder de Cleópatra:


Cleópatra é um filme britânico, estadunidense e suíço de 1963, do gênero drama biográfico histórico, dirigido por Rouben Mamoulian e Joseph L. Mankiewicz e com roteiro baseado em obra de Carlo Mario Franzero. O filme narra a ascensão e o declínio de Cleópatra, rainha do Egito, sua luta para defender o império das ambições políticas e territoriais de Roma, e seu relacionamento com Júlio César e Marco Antônio.


Elenco:

Elizabeth Taylor .... Cleópatra
Richard Burton .... Marco Antônio
Rex Harrison .... Júlio César
Pamela Brown .... alta sacerdotisa
George Cole .... Flavius
Hume Cronyn ... Sosigenes
Cesare Danova ... Apollodorus
Kenneth Haigh ... Brutus
Andrew Keir ... Agripa
Martin Landau ... Rufio
Roddy McDowall .... Otávio
Robert Stephens .... Germanicus
Francesca Annis .... Eiras
Grégoire Aslan .... Pothinus
Martin Benson .... Ramos
Desmond Llewelyn .... Senador


Principais premiações:
Oscar 1964 (EUA)

Venceu nas categorias de melhores efeitos especiais, melhor fotografia - colorido, melhor figurino - colorido e melhor direção de arte - colorido.
Indicado nas categorias de melhor filme, melhor ator (Rex Harrison), melhor edição, melhor trilha sonora e melhor som.
Globo de Ouro 1964 (EUA)
Indicado nas categorias de melhor filme - drama, melhor diretor, melhor ator - drama (Rex Harrison) e melhor ator coadjuvante (Roddy McDowall).


Curiosidades do filme:




  • Cleopatra é considerado o filme mais caro de todos os tempos; planejado para custar 2 milhões de dólares em 1962, sua produção custou 44 milhões de dólares em valores da época. Segundo valores atualizados em 2005, o filme custou 286,4 milhões de dólares.[2] Com o relativo fracasso comercial, quase levou à bancarrota a 20th Century Fox, produtora e financiadora do filme.
  • Por sua participação em Cleopatra, Elizabeth Taylor foi a primeira atriz de Hollywood a receber um milhão de dólares pela atuação em um filme. Até então o recorde era de Audrey Hepburn, que recebeu um salário de 750 mil dólares por "Bonequinha de Luxo".
  • Logo no início das filmagens, Elizabeth Taylor adoeceu e, como praticamente todas as cenas necessitavam da sua presença, a produção foi paralisada por aproximadamente seis meses até que ela se recuperasse.
  • Durante as filmagens, Elizabeth Taylor trocou de figurino 65 vezes, foi um record na época, mas foi batido em 1996, no filme "Evita", em que Madonna troca de roupa 85 vezes.
  • Cleopatra foi a quinta refilmagem da história romanceada da rainha do Egito (as três primeiras no cinema mudo, a quarta em 1934 com Claudette Colbert), houve também uma versão com Vivien Leigh, em 1945.
  • Foi durante as filmagens que Elizabeth Taylor e Richard Burton se apaixonaram e começaram um casamento de mais de uma década de duração.

21 de março de 2011

Forbes Divulga Lista de Séries Mais Lucrativas de 2010

A revista Forbes divulgou uma lista com as séries de TV mais lucrativas dos Estados Unidos. Para criar o ranking, a revista calculou o lucro que os programas rendem às suas emissoras a cada 30 minutos de duração no ar.Dessa forma, tanto Two and a Half Men como Idol puderam ser comparados sem que houvesse disparidade de valores.
  
Trio de jurados Jennifer Lopez, Steven Tyler e Randy Jackson: receita de sucesso


Em primeiro lugar, ficou "American Idol". A atração é líder não apenas pela audiência média de 24 milhões de espectadores e pelo grande número de anunciantes: ela vai ao ar três vezes por semana, ao contrário dos concorrentes, que são semanais.


 A presença de "Two and a Half Men" no segundo lugar comprova os motivos pelos quais a CBS ainda resiste a um possível cancelamento, ainda que fique sem seu protagonista.O criador da série, Chuck Lorre, emplacou três atrações no ranking: ele teve "The Big Bang Theory"  e "Mike & Molly".


"Lost" e "24 horas", canceladas, também entraram no ranking. 




1 ) American Idol: US$7,1 milhões
2 ) 
Two and a Half Men: US$ 2,89 milhões
3 ) 
Desperate Housewives: US$ 2,74 milhões
4 ) 
Grey’s Anatomy: US$ 2,67 milhões
4 ) 
Dancing With the Stars: US$ 2,67 milhões
6 )
Lost: US$ 2,60 milhões
7 ) 
The Big Bang Theory: US$ 2,5 milhões
8 ) 
24 horas: US$ 2,45 milhões
9 ) 
Private Practice: US$ 2,32 milhões
10 ) 
Mike & Molly: US$ 2,11 milhões

15 de março de 2011

Vestido pode ajudar o planeta


Não, você não vira uma espécie de mulher-maravilha assim que o veste, mas pode ajudar a combater um dos maiores vilões de nossa época: o aquecimento global.
O vestido se chama “Herself” (ela mesma, em inglês) e é fabricado pela marca Catalytic Clothing – segundo a empresa, por ser coberto de concreto, o vestido suga o óxido de nitrogênio e o CO2 do ar a sua volta. Mas isso é o que a empresa afirma, nenhum teste científico idôneo foi feito para comprovar o resultado.
O Herself ainda é um protótipo, mas empolgou o mundo da moda que aprovou a idéia de ajudar o meio-ambiente e ser fashion ao mesmo tempo.
O vestido pode até não ser apenas marketing: há vários tipos de concreto em desenvolvimento que realmente absorvem CO2. Mas se o vestido consegue reduzir a quantidade de CO2 do ambiente em até 65% ainda é um mistério.

A atividade solar influencia materiais radioativos na Terra


Segundo pesquisadores, o Sol, 150 milhões de quilômetros distante, parece estar influenciando a decomposição dos elementos radioativos no interior da Terra.
Dado o que sabemos sobre a radioatividade e os neutrinos solares, isso não devia acontecer. Dois cientistas das universidades de Stanford e Purdue acreditam que há uma chance de que uma partícula solar, até então desconhecida, esteja por trás de tudo isso.
A grande novidade é que o núcleo do Sol – onde as reações nucleares produzem neutrinos – gira mais lentamente do que a superfície. Este fenômeno pode explicar a evolução das taxas de decaimento radioativo observada em dois laboratórios distintos. Mas isso não explica porque a mudança acontece. Isso viola as leis da física como as conhecemos.
Ao examinar os dados de isótopos radioativos, os investigadores descobriram um desacordo nas taxas de decaimento medidas, o que vai contra a crença de que estas taxas são constantes. Enquanto procurava uma explicação, os cientistas se depararam com outra pesquisa, que observou variação sazonal nessas taxas de decadência. Aparentemente, a radioatividade é mais forte no inverno que no verão.
Uma labareda solar sugeriu que o Sol estava envolvido de alguma forma. Um engenheiro nuclear percebeu que a taxa de decaimento de um isótopo médico caiu durante a tempestade solar.
A descoberta poderá ser útil para proteger os astronautas e os satélites – se existe uma correlação entre as taxas de decomposição e a atividade solar, as mudanças nas taxas de decaimento podem fornecer um aviso antecipado de uma iminente tempestade solar.
Mas enquanto isso é uma boa notícia para os astronautas, é má notícia para a física. Os pesquisadores procuraram provas de que as mudanças no decaimento radioativo variam de acordo com a rotação do sol, e a resposta foi sim, sugerindo que os neutrinos são responsáveis. Mas como o neutrino, que não interage com matéria normal, está afetando o índice de decaimento ninguém sabe.
O que os pesquisadores sugerem é que algo que realmente não interage com nada está mudando algo que não pode ser mudado. Apesar disso, eles dizem que não devemos ter preocupações com os neutrinos solares influenciando o aquecimento do núcleo da Terra. Mas talvez devamos nos preocupar que a nossa compreensão do sol e da física nuclear é mais fraca do que pensávamos.



12 de março de 2011

Em breve

Novas postagens:

Agora com um novo foco de entrevistas, cursos superiores "um outro olhar".Vai continuar entrevistas exclusivas com pessoas diversas.Mas quero mostrar nesse novo seguimento opções de cursos, apresentados pelos seus alunos.

3 de março de 2011

Oscar 2011



Confira as categorias e os respectivos vencedores da 83ª edição!

Melhor filme 


  • O Discurso do Rei
  • Cisne Negro
  • O Vencedor
  • A Origem
  • A Rede Social
  • Minhas Mães e meu Pai
  • Toy Story 3
  • 127 Horas
  • Bravura Indômita
  • Inverno da Alma
Melhor diretor
  • Tom Hooper - O Discurso do Rei
  • Darren Aronovsky - Cisne Negro
  • David Fincher - A Rede Social
  • David O. Russell - O Vencedor
  • Joel e Ethan Coen - Bravura Indômita
Melhor ator 
  • Colin Firth - O Discurso do Rei
  • Jesse Eisenberg - A Rede Social
  • James Franco - 127 Horas
  • Jeff Bridges - Bravura Indômita
  • Javier Bardem - Biutiful
Melhor atriz
  • Natalie Portman - Cisne Negro
  • Nicole Kidman - Reencontrando a Felicidade
  • Jennifer Lawrence - Inverno da Alma
  • Michelle Williams - Blue Valentine
  • Annette Bening - Minhas Mães e meu Pai
Melhor ator coadjuvante
  • Christian Bale - O Vencedor
  • Jeremy Renner - Atração Perigosa
  • Geoffrey Rush - O Discurso do Rei
  • John Hawkes - Inverno da Alma
  • Mark Ruffalo - Minhas Mães e meu Pai
Melhor atriz coadjuvante
  • Melissa Leo - O Vencedor
  • Amy Adams - O Vencedor
  • Helena Bonham Carter - O Discurso do Rei
  • Jacki Weaver - Animal Kingdom
  • Hailee Steinfeld - Bravura Indômita
Melhor roteiro original
  • O Discurso do Rei
  • A Origem
  • Minhas Mães e meu Pai
  • O Vencedor
  • Another Year
Melhor roteiro adaptado
  • A Rede Social
  • 127 Horas
  • Toy Story 3
  • Bravura Indômita
  • Inverno da Alma
Melhor longa animado
  • Toy Story 3
  • Como Treinar o Seu Dragão
  • O Mágico
Melhor filme em lingua estrangeira
  • Em um Mundo Melhor
  • Biutiful
  • Fora-da-Lei
  • Dente Canino
  • Incêndios
Melhor direção de arte
  • Alice no País das Maravilhas
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I
  • A Origem
  • O Discurso do Rei
  • Bravura Indômita
Melhor fotografia
  • A Origem
  • Cisne Negro
  • O Discurso do Rei
  • A Rede Social
  • Bravura Indômita
Melhores efeitos visuais
  • A Origem
  • Alice no País das Maravilhas
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte - Parte I
  • Além da Vida
  • Homem de Ferro 2
Melhor figurino
  • Alice no País das Maravilhas
  • I am Love
  • O Discurso do Rei
  • The Tempest
  • Bravura Indômita
Melhor montagem
  • A Rede Social
  • Cisne Negro
  • O Vencedor
  • O Discurso do Rei
  • 127 Horas
Melhor maquiagem
  • O Lobisomem
  • Caminho da Liberdade
  • Minha Versão para o Amor
Melhor documentário
  • Trabalho Interno
  • Lixo Extraordinário
  • Exit Through the Gift Shop
  • Gasland
  • Restrepo
Melhor documentário em curta-metragem
  • Strangers no More
  • Killing in the Name
  • Poster Girl
  • Sun Come Up
  • The Warriors of Qiugang
Melhor curta-metragem
  • God of Love
  • The Confession
  • The Crush
  • Na Wewe
  • Wish 143
Melhor animação em curta-metragem
  • The Lost Thing
  • Day & Night
  • The Gruffalo
  • Let's Pollute
  • Madagascar, Carnet de Voyage
Melhor trilha sonora
  • Trent Reznor e Atticus Ross - A Rede Social
  • Alexandre Desplat - O Discurso do Rei
  • John Powell - Como Treinar o seu Dragão
  • A.R. Rahman - 127 Horas
  • Hans Zimmer - A Origem
Melhor canção original
  • "We Belong Together" - Toy Story 3
  • "Coming Home" - Country Strong
  • "I See the Light" - Enrolados
  • "If I Rise" - 127 Horas
Melhor edição de som
  • A Origem
  • Toy Story 3
  • Tron - O Legado
  • Bravura Indômita
  • Incontrolável
Melhor mixagem de som
  • A Origem
  • Bravura Indômita
  • O Discurso do Rei
  • A Rede Socia

25 de fevereiro de 2011

FRINGE


É um drama que explora a tênue linha entre a ficção científica e a realidade. Quando um acidente aéreo ocorre em Boston, matando todos os passageiros e a tripulação de forma chocante, a agente especial do FBI "Olivia Dunham" (Anna Torv) é chamada para investigar. Depois que seu parceiro, o agente especial "John Scott", quase morre durante a investigação, Olivia procura desesperadamente por ajuda e acaba conhecendo o "Dr. Walter Bishop" (John Noble), considerado o Einstein da nossa geração. Só há um problema: Walter esteve internado em uma clínica psiquiátrica pelos últimos 17 anos e a única forma de questioná-lo é pedindo ajuda a "Peter Bishop" (Joshua Jackson), o estranho filho de Walter.
Quando a investigação de Olivia a leva à manipuladora executiva de uma megacorporação chamada Massive Dynamic, "Nina Sharp", esse trio improvável, ao lado dos agentes do FBI, "Phillip Broyles", "Astrid Fansworth" e "Charles Francis", vai descobrir que o que aconteceu com o voo 627 é apenas um pedaço de uma verdade maior e mais chocante.


Divisão Fringe


Olivia Dunham (Anna Torv) - Uma jovem agente do FBI designada para investigar uma série de fenômenos sem explicação aparente.
Peter Bishop (Joshua Jackson) - Um rapaz com um QI de 190, 50 pontos acima de gênio. É filho do Dr. Walter Bishop, com quem tem sérios problemas de relacionamento devido a uma infância conturbada por culpa do pai. Cético, e de vez em quando cínico é indispensável para a equipe por ser um "tradutor" das teorias de Walter.
Dr. Walter Bishop (John Noble) - Um renomado cientista (com um QI de 196) que trabalhou para o governo americano nos anos 1970, sendo responsável por experiências com a Ciência de Borda (Fringe science).
Phillip Broyles (Lance Reddick) - Um agente do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS) que lidera as investigações da Divisão Fringe.
Astrid Fansworth (Jasika Nicole) - é uma agente júnior do FBI que foi designada para a Divisão Fringe para auxiliar a agente Olivia Dunham e que também auxilia o Dr. Walter Bishop em seu laboratório e age como sua "tutora" nos momentos de ausência de Peter Bishop.
FBI (Federal Bureau Investigation)
Charlie Francis (Kirk Acevedo) - Um agente do FBI que está ajudando Olívia nos seus casos. É como um irmão para Olívia.
John Scott (Mark Valley) - Um agente do FBI que tem um romance escondido com Olívia Dunham, mas que na realidade descobre-se que ele trabalhava como agente duplo.
Massive Dynamic
Nina Sharp (Blair Brown) - Trabalha há 16 anos na Massive Dynamic e é COO da empresa. Tem um grande respeito e admiração pelo seu fundador, William Bell, por ele tê-la salvo após um acidente e, também, ter criado um braço robótico para ela.
William Bell (Leonard Nimoy) - Membro do laboratório original do Dr. Walter Bishop e fundador e CEO da Massive Dynamic.

Glifos





Na série, há vários códigos, também chamados de glifos curiosos que não alteram a mitologia da série, porém, segundo o criador da série J. J. Abrams, eles "tem um significado secreto", e cada episódio tem uma série de glifos que são mostrados durante os intervalos comerciais, que quando decodificados formam uma palavra que tem a ver com o tema do episódio.
Esses códigos são imagens que aparentam algo estranho e sobrenatural, assim como a própria série. Eles são:

  • Uma forma do rosto de uma mulher em fumaça
  • Uma série de números na cauda de um lagarto, além da letra grega Phi e da sequência de Fibonacci em espiral
  • Fetos no lugar de sementes em uma maçã
  • Uma mão de seis dedos
  • A letra grega Phi nas costas de um sapo
  • Uma asa de uma libélula no lugar de petálas em uma flor
  • Um cavalo-marinho com a sequência de Fibonacci em seu corpo
  • Uma borboleta com asas feitas de ossos humanos
  • Uma folha com a letra grega delta desenhada, além de haver uma diferença de tamanho entre a ponta da folha e o resto da mesma, sugerindo que cada parte da folha seja de diferentes universos

Em quase todos os posters da primeira temporada, há pontos amarelos, que ajudam a decodificar a mensagem secreta de cada episódio.
Apesar desses códigos não alterarem a história, eles aparecem em vários episódios na série, como, por exemplo, no episódio da segunda temporada "Johari Window", na qual uma borboleta foi essencial para a resolução do caso, ou no episódio "The Bishop Revival", na qual há uma forma de um cavalo-marinho numa linhagem de DNA. No episódio "Jacksonville", na cena em que Walter explica para Olivia como a droga cortexiphan funciona, todos os glifos podem ser vistos atrás de Walter.



Curiosidades:


No episódio piloto, na primeira versão do roteiro escrito por J. J. Abrams, a personagem Olivia Dunham (Anna Torv) se chamava, na verdade, Olivia WARREN. Como nenhum roteiro fica em seu primeiro rascunho, essa foi uma das alterações que ocorreram nas seguintes modificações.
No roteiro do episódio piloto, a Massive Dynamics, era conhecida como "PROMETHEUS CORP.". Até o roteiro final a empresa trocou de nome para como a conhecemos hoje.
O episódio piloto de Fringe foi um dos mais caros do mundo, custou em torno US$ 12 milhões de dólares (mesmo valor do piloto de Lost). O episódio duplo já é conhecido por boa parte dos fãs, já que vazou algum tempo atrás, porém o episódio que foi exibido na estreia da série teve algumas modificações.
J.J. Abrams confessou para a crítica de televisão que a ideia do roteiro de Fringe veio de várias fontes incluindo: as histórias de Michael Crichton, Arquivo X, Viagens Alucinantes e Além da imaginação.
Os primeiros atores a serem escalados para aparecer no piloto de Fringe foram: Kirk Acevedo e Mark Valley, ambos interpretam dois agentes do FBI, Charlie Francis e John Scott respectivamente. Quinze dias depois foi noticiado que os atores John Noble e Lance Reddick estariam também participando na série. Noble é Dr. Walter Bishop e Reddick faz Phillip Broyles. No seguimento das contratações do elenco de Fringe Anna Torv, Blair Brown e Jasika Nicole foram chamadas para participarem no seriado. Ana interpreta uma jovem agente do FBI, Olivia Dunham. Blair faz a brilhante Nina Sharp e Jasika é uma agente federal cujo nome é Astrid. Para finalizar o elenco, foi anunciada a participação do jovem ator Joshua Jackson, que interpreta o filho de Dr. Walter Bishop, Peter Bishop.
No episódio piloto, mais ou menos aos 40 minutos, uma música da trilha sonora de Lost é usada
Em um determinado momento do episódio piloto, Peter Bishop (Joshua Jackson) fala para Olívia (Anna Torv): Você queria meu pai, agora você o tem, o que entra na categoria de cuidado com o que você deseja. Essa segunda parte da fala é idêntica a uma fala de Kate Austen (Evangeline Lilly) no episódio Whatever The Case May Be da primeira temporada de Lost.
O avião investigado no episódio piloto pertence a uma companhia alemã de aviação – o voo partiu de Hamburgo, na Alemanha, para Boston, nos Estados Unidos – que se chama Glatterflug, que pode ser traduzido do alemão ironicamente por "voo suave".
Quando o episódio piloto vazou na internet, ele alcançou a incrível marca de 45.000 downloads no popular site de torrents, Mininova, em menos de uma semana.
Assim como Lost, Fringe também terá um jogo de realidade alternativa. Um site foi criado para o jogo, exploretheimpossibilities.com, que já está no ar.
A música de abertura de Fringe foi criada pelo próprio J. J. Abrams, que também é conhecido por ter criado a trilha de abertura de seus outros seriados: Felicity, Alias e Lost. A ideia teria surgido em sua cabeça durante à noite, enquanto tentava dormir. Para não esquecer, Abrams registrou todos os sons que imaginou em um gravador.